Animais em condomínio: 7 dicas de para garantir a convivência harmosiosa

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Quem administra um condomínio já se acostumou a enfrentar os problemas envolvendo moradores e proprietários de animais de estimação. De acordo com a ONG Comissão para Animais de Companhia (Comac), estima-se que em 44% dos lares brasileiros das classes A, B e C haja a presença de algum tipo de pet. Essa convivência nem sempre é harmoniosa e o síndico precisa ter jogo de cintura, usar o bom senso e encontrar soluções que atendam a todos.

É importante lembrar que a Justiça reconhece o direito de qualquer pessoa ter um animal de estimação, ainda que a Convenção do Condomínio proíba. Já há jurisprudência sobre o tema, mas o morador beneficiado tem que seguir regras definidas em assembleia. A maioria dos problemas envolvendo pets se refere à circulação dos animais em áreas comuns ou a latidos após as 22 horas.

Para evitar problemas e garantir a convivência harmoniosa entre os moradores, preparamos sete dicas que garantirão a tranquilidade de todos. Confira.

1- Entrada e saída

O condomínio deve estabelecer regras claras para a entrada e saída dos animais do prédio. Geralmente isso ocorre pela garagem ou área de serviço.

2- Locais permitidos para circulação

Áreas como playground e garagem merecem atenção especial, por conta da intensa circulação de moradores. No caso dos cães, recomenda-se exigir o uso de focinheira, coleira e guia.

3- Elevador

O ideal é que os animais de estimação usem o elevador de serviço, e quando forem de pequeno porte, estejam no colo.

4- Dejetos

Quem nunca encontrou fezes de cachorro na garagem do prédio? Eis uma reclamação constante nos condomínios. Os moradores devem recolher os dejetos de seus animais e evitar sujar as áreas comuns.

5- Carteira de vacinação

O síndico pode exigir que os proprietários apresentem cópia da carteira de vacinação dos animais. Essa é uma forma de dar maior tranquilidade aos demais moradores e garantir que o pet receba os cuidados necessários.

6- Latidos excessivos

Eis uma questão polêmica. Muitas vezes, o animal late em horários impróprios – após as 22h – ou faz muito barulho ao longo do dia. O síndico pode solicitar ao proprietário que o cão receba adestramento.

7 – Número de animais por unidade

Qualquer excesso em um condomínio gera problemas. A regra vale também para limitar o número de animais por unidade.

Cuidados especiais

Ao estabelecer as regras, a assembleia também deve definir os valores das multas para quem desrespeitá-las. O condomínio pode ainda adotar normas específicas para demais tipos de animais, tais como répteis ou roedores. Outro caso que merece tratamento especial é o dos cães-guias. Por conta de seu treinamento especial e função, é permitido que ele circule com o proprietário, por exemplo, no elevador social.

Não há uma fórmula mágica que garanta a eliminação definitiva dos problemas envolvendo animais domésticos nos condomínios. No entanto, a experiência mostra que o bom senso e a negociação são capazes de solucionar a maioria dos casos, sem a necessidade de aplicação de multas ou disputas judiciais.

Você tem alguma dúvida sobre animais de estimação em condomínios? Quer saber mais sobre o tema? Entre em contato conosco.

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Para evitar problemas com animais em condomínio e garantir a convivência harmoniosa entre os moradores, preparamos sete dicas para a tranquilidade de todos.
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